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17 de novembro de 2016

Pedido de demissão do delegado Carlos Oliveira é rejeitado

Oliveira, quando era delegado titular da DRAE 
O vice-governador do Rio, Francisco Dornelles, rejeitou a demissão do delegado da Polícia Civil Carlos Oiveira, proposta pela Corregedoria Geral Unificada (CGU). A decisão foi publicada no Diário Oficial do dia 16, divulgado nesta segunda-feira. Dornelles, quando ainda era governador em exercício, acolheu o parecer do secretário da Casa Civil estadual, que também foi contra a punição.
Oliveira responde processo na 32ª Vara Criminal da capital pelos crimes de formação de quadrilha, peculato (desvio de bens por servidor público) e comércio ilegal de arma de fogo. A ação está nas mãos do juiz Marcelo Oliveira da Silva para que seja dada sentença.
O advogado do delegado, Ricardo Braga, afirma que durante a instrução processual já ficou comprovado que as acusações contra seu cliente são infundadas.
- A testemunha que narrou fatos contra ele (Oliveira) durante as investigações informou, já em juízo, que nada daquilo que falara havia ocorrido. Ele assumiu ter inventado a história. Os fatos não existiram. Esse informante foi usado para dizer coisas infundadas. O que mais chama atenção é que após o relato dele, a Polícia Federal abriu uma investigação para apurar, mas não havia mais nada com o meu cliente. Os próprios policiais federais que conduziram as investigações dizem isso no relatório final. Mas mesmo assim o delegado que concluiu o caso indiciou ele (Oliveira) - explica o advogado.
Carlos Oliveira e outras 43 pessoas, entre elas policiais civis e militares, foram denunciadas pelo Ministério Público estadual após a Operação Gilhotina. Oliveira chegou a ser preso em 2011.

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