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30 de outubro de 2016

Jovem vítima de bala perdida é enterrada na Zona Norte do Rio

Cerca de cem pessoas acompanharam, na tarde desta sexta-feira, o velório e o sepultamento de Bruna Lace de Freitas, morta aos 21 anos por uma bala perdida. A cerimônia aconteceu no cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio, bairro próximo ao Engenho da Rainha, onde a tragédia aconteceu.
Ainda incrédula com o que aconteceu, Vilma Carlos Lace, de 24 anos, irmã de Bruna, falou com o nosso PORTAL.
— Eu às vezes acho que isso tudo nem aconteceu. Mas tento guardar só aquele sorriso dela — diz.
Entre as últimas homenagens a Bruna, alguns presentes vestem uma camiseta, com dizeres religiosos e a frase "Bruna vive para sempre". Apesar de jovem, Bruna era pastora há dois anos na Assembleia de Deus do Engenho da Rainha. Vilma, aliás, se apega na fé para aceitar a perda da irmã.
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— Há tempo determinado para todas as coisas, Deus quis levar a serva dele de volta. E a maior justiça é será feita por ele — afirma Vilma.

Filha não consegue dormir; 'Chora o tempo todo', diz tia
Pérola, de apenas 2 anos, teve sua rotina de criança completamente alterada desde a última quarta-feira, quando viu a mãe, Bruna Lace de Freitas, de 21, ser atingida por uma bala perdida no apartamento da família, no Engenho da Rainha, Zona Norte do Rio. A jovem acabou morrendo momentos depois, numa Unidade de Pronto Atendimento (UPA), e desde então a menina tem se mostrado assustada e não consegue dormir durante a noite.
- A Pérola está muto apavorada. Ela dá uns cochilos, mas logo acorda assustada. Esta noite, da primeira vez que acordou, chamou pela mãe. A gente fica sem saber o que dizer. Depois começou a chorar. E é isso: chora o tempo todo - contou a operadora de teste Vilma Carlos Lace, de 24 anos, irmã de Bruna, ao nosso PORTAL, nesta sexta-feira.

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